Elas vestem os campos de amarelo intenso durante a primavera. São plantas silvestres muito comuns em várias regiões de Portugal, especialmente em campos agrícolas, bermas de estradas e terrenos incultos.
Pampilho-de-micão (Coleostephus myconis)
Pertence à família Asteraceae (ou Compostas). O que o distingue visualmente de muitas outras margaridas silvestres é a sua cor, enquanto muitas têm pétalas brancas, o Pampilho-de-micão é totalmente amarelo. É nativo da região mediterrânica, estando bem adaptado ao clima caracterizado por verões quentes e secos e invernos suaves. Ao longo do tempo, espalhou-se por outras regiões do mundo, sendo hoje encontrado em diferentes continentes.
É uma planta anual, rústica e resistente, adaptando-se facilmente a solos pobres e a condições de seca, o que explica a sua abundância em ambientes mediterrânicos.
Destaca-se pelas suas flores amarelas vivas, que lembram pequenas margaridas douradas, florescendo principalmente entre março e julho. As inflorescências são compostas por pétalas (lígulas) amarelas que rodeiam um centro também amarelo, criando um aspeto harmonioso e luminoso. O caule é geralmente ereto, podendo atingir entre 20 a 60 centímetros de altura, e apresenta folhas verdes, recortadas e ligeiramente carnudas.
Além do seu valor ornamental natural, Pampilho-de-micão desempenha um papel ecológico relevante, pois atrai polinizadores como abelhas e outros insetos, contribuindo para a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas.
Fotos: Pessoais
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