sábado, 11 de julho de 2015

Jardins Chineses




A arte pode apresentar-se de inúmeras formas, mas todas elas têm um esplendor muito especial.

"Não existe meio mais seguro para fugir do mundo do que a arte, e não há forma mais segura de se unir a ele do que a arte." (Johann Goethe)

Hoje vamos divagar por jardins chineses, vamos apreciar esculturas feitas com plantas, autênticas obras de arte em jardinagem.

A arte de jardinagem tem para os chineses a mesma consideração sagrada que uma escritura ou uma poesia.



Os jardins são criados como uma combinação de paisagem, arte e espiritualidade.


"A finalidade da arte é dar corpo à essência secreta das coisas, não é copiar sua aparência." (Aristóteles)


O jardim é, ao mesmo tempo, parte do lar de cada um e um lugar de recreio, um lugar “mágico”, um cosmos em miniatura no que se tenta recrear a imagem de uma natureza ideal.


A idealização dos jardins chineses é fornecer a espiritual utopia que consiga conectar o homem com natureza.


Representam um compromisso constante entre as dimensões estéticas e simbólicas.


Um jardim tem que reflectir dois aspectos vitais. O da natureza que trata de representar por médio das árvores, das rochas e das correntes de água que decorrem pelo jardim e o do desenhador que representa a criação, uma criação que deve aproximar-se, do modo mais harmónico possível, ao equilíbrio natural.


As lindíssimas Esculturas feitas com plantas são sublimemente enquadradas no espaço que as rodeia.


"A arte é um compêndio da natureza formado pela imaginação." (Eça de Queiroz)


Nos jardins chineses a sensação de espaço, harmonia, equilíbrio e tranquilidade imperam, eles são um refúgio espiritual, um abrigo para aliviar das preocupações e stress que surgem ao longo da nossa caminha pela vida.



Fontes: Wikipedia; “O jardim chinês: História, arte e arquitectura” de Keswick, Maggie; outros.
Fotos: Email

 
 

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