quarta-feira, 26 de julho de 2017

Erythrina


A Erythrina é um género de árvores da família Fabaceae (Faboideae) que contem cerca de 130 espécies, distribuídas pelas zonas tropicais e subtropicais do mundo.

Foto: Pessoal


É uma árvore decídua que pode atingir até 30 metros de altura, com um tronco de 30 a 90 cm de diâmetro, consoante a espécie.


Foto: Net

Muitas espécies de Erythrina têm flores vermelhas brilhantes, e isto pode ser a origem do seu nome comum (Erythrina crista-galli).


Foto: Net

Para além de Erythrina crista-galli é também conhecida por Árvore-de-coral, Corticeira, Mulungu, eritrina, bucaré, entre outros.


Foto: Pessoal

Nem todas as espécies de Erythrina tem flores vermelhas brilhantes, o Wiliwili (E. sandwicensis) tem uma variação extraordinária na cor da sua flor, com laranja, amarelo, salmão, verde e branco. Este polimorfismo de coloração marcante é provavelmente único no género.


Foto: wikipedia_Marshman


Esta éspecie é endémica das ilhas do Hawai. É a única espécie de Erythrina que nasce naturalmente lá. É normalmente encontrada em florestas secas na ilha de sotavento das encostas até uma altitude de 600 m.


Foto: http://www.botanicalgarden


As flores das Erythrina medem de 3 a 5 cm de comprimento, em numerosos cachos pendentes da extremidade dos ramos em inflorescência.


Foto: Pessoal


As suas folhas são grandes, em fomato de losango e caem no inverno, desta forma a árvore permanece destituída de folhagem durante a floração.


Foto: Pessoal


As sementes de pelo menos um terço das espécies contêm potentes alcalóides de Erythrina, e alguns destes são usados para fins medicinais por indígenas. Todas as sementes são tóxicas em algum grau, mas algumas delas podem causar envenenamento fatal. Elas são resistentes e flutuantes e muitas vezes são levadas pelo mar para grandes distâncias e por isso são comummente chamadas de "feijão do mar".


Foto: net

Muitos pássaros visitam as Erythrinas atraídos pelas suas flores ricas em néctar, sendo de salientar os beija-flores.


Foto: wikipedia_J.M.Garg


Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil, apreciando os lugares húmidos, como próximos a rios e lagos, o que deu origem ao nome popular corticeira-do-banhado. Multiplica-se principalmente por sementes, podendo também utilizar-se estacas.


Foto: Pessoal


Algumas árvores de coral são amplamente utilizadas ao longo das ruas e em parques, especialmente nas áreas mais secas. Em alguns lugares, como Venezuela, são usadas como árvores de sombra para as culturas de café ou cacau. Na região de Bengala, eles são usadas para a mesma finalidade em certas plantações.


Foto: wikipedia_J.M.Garg


São utilizadas como emblemas de alguns países, como por exemplo a Erythrina crista-galli é a flor nacional da Argentina e Uruguai. A Erythrina caffra é a árvore official das cidades de Los Angeles e California, onde é referida simplesmente como "coral tree” (árvore de coral).


Foto: Pessoal


A árvore emblemática de Mérida e Trujillo na Venezuela são bucaré Ceibo (E. Poeppigiana) e Árvore Coral Púrpura, (bucaré anauco, E. fusca), respectivamente.

É uma árvore espetacular sendo largamente utilizada no paisagismo urbano.

Fontes e Fotos: wikipedia; www.jardineiro.net/; Flickr; Fotos Pessoais; outros


Foto: Pessoal

"Criar uma pequenina flor é um trabalho de eras." (William Blake)
 
 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Papoula Azul


Azul da côr do céu, assim é esta belissíma flôr.


Foto: hdwallpapersdownload.org


A papoula-azul é originária das montanhas do sudeste do Tibete, crescendo numa altitude entre 3000 a 4000 metros. Foi descoberta pela primeira vez em 1912, pelo tenente-coronel Frederick Marshman Bailey.


Foto: www-pinterest.com

Foto: Photo Credit_Amit Goswami


É uma planta perene, do gênero botânico Meconopsis, da família Papaveraceae.


Foto: pixshark.com


Fontes e Fotos: Wikipedia; http://en.wikipedia.org; www.wallpaperpics.net; imgkid.com; http://hdwallpapersdownload.org; http://pixshark.com, www.pinterest.com; outros net.

Divagando com Joaninhas




Sempre achei as joaninhas um insecto simpático e elas sempre faziam parte das histórias da minha infância. Elas são símbolo de serenidade, sorte e felicidade. Lindas e de muitas cores ao alimentarem-se de insectos prejudiciais às plantas, tal como pulgões, mosca-branca ou cochonilhas, elas diminuem o número de pragas que destroem as plantações, ajudando assim a natureza. Hoje vamos divagar apreciando Joaninhas e refletindo com alguns Pensamentos. 




“A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância.”(Dalai Lama)




"A natureza deve ser considerada como um todo, mas deve ser estudada em detalhe." (Mário Bunge)




“Todos nós temos o extraordinário codificado dentro de nós, esperando para ser liberatado.” Jean Houston




“O mundo muda constantemente, e, na Natureza, ser constante seria uma inconstância.” Abraham Cowley 




“Um único evento pode despertar dentro de nós um estranho totalmente desconhecido.” Antoine De Saint Exupery




"Toda a natureza é uma harmonia divina, sinfonia maravilhosa que convida todas as criaturas a que acompanhem sua evolução e progresso." (Tsai Chih Chung) 




"A Natureza revela-se como força potentíssima, majestade inesgotável de energias que usa de grande variedade na sua ordem e na criação das coisas." (Duarte Pacheco) 




"Os nossos caminhos são inumeráveis, mas incertas são as nossas estadias." (Saint-John Perse)




“A verdadeira profissão do homem é encontrar o caminho para si mesmo.” Hermann Hesse




“As pessoas gastam uma vida inteira buscando pela felicidade; procurando pela paz. Elas perseguem sonhos vãos, vícios, religiões, e até mesmo outras pessoas, na esperança de preencherem o vazio que as atormenta. A ironia é que o único lugar onde elas precisavam procurar era sempre dentro de si mesmas.” Ramona L. Anderson 
 

sábado, 15 de julho de 2017

Mergulhão-de-crista


A história da Vida na Terra é uma história de extinções, estas extinções naturais ocorrem, no entanto, ao longo de períodos relativamente longos, permitindo a evolução de novas formas de vida. Muitos animais evoluíram e depois extinguiram-se e o seu lugar na natureza é então ocupado por outro grupo de animais. Isto não é o que acontece na actualidade, com a ajuda do Homem!

Penso que é importante ir sempre “passando” a mensagem da importância de preservarmos a Natureza, a vida selvagem, o ambiente, “O nosso magnifico Planeta”.


Hoje vamos conhecer um pouco melhor: O mergulhão-de-crista ou mergulhão-de-poupa (Podiceps cristatus)




Ordem: Podicipediformes  
Família: Podicipedidae

Distribuição e Habitat :
Vivem em áreas húmidas, em lagos ou extensões de água relativamente grandes com caniçais e outras plantas aquáticas. No inverno também frequentam zonas costeiras. Pode ser encontrado na maior parte da Europa e da Ásia Central, e no inverno também em algumas partes do sul da Ásia (por exemplo, norte da Índia). Existem também colónias espalhadas pela África do norte na Tunísia e no Egito, na África Central e África do Sul, bem como no sul da Austrália e na Nova Zelândia. A grande maioria desta espécie é migratória.


Foto: pt.forwallpaper.com


Identificação:
O mergulhão-de-crista é o maior dos mergulhões. Elegante, ele é inconfundível com a sua plumagem do alto da cabeça em forma crista negra e dupla. Medem 46-51 cm de comprimento com 59-73 cm envergadura e pesam 0,9-1,5 kg. É um excelente nadador e mergulhador, perseguem os peixes debaixo de água conseguindo nadar entre dois e quatro metros, sem vir respirar. Na primavera ainda se tornam mais bonitos e coloridos, pois a sua cabeça fica ornamentada de ambos os lados com tufos cõr de laranja-arruivados e pretos.


Foto: wikipedia_Bengt Nyman


Hábitos e Alimentação:
A base da dieta do mergulhão-de-crista são pequenos peixes, moluscos, rãs, insectos aquáticos e algas. Comem os peixes maiores na superfície da água . A presa é geralmente ingerida pela cabeça. Os peixes pequenos são comidos ainda sob a água. Estudos detalhados mostraram que existem diferenças significativas na composição da dieta entre as populações individuais.


Foto: wikipedia_Mark Medcal


Reprodução:
Na Europa Central, os mergulhões chegam geralmente em março / abril ao seu local de reprodução . Vivem em colônias que geralmente consistem de dez a vinte casais em estreita proximidade uns com os outros. A distância entre os ninhos dos mergulhões da colônia ronda pelo menos os dois metros. O namoro dos mergulhões é impressionante e é composto por uma série de elementos de comportamento ritualizados.


Foto: wikipedia_Charlesjsharp


O casal constroe um ninho flutuante, geralmente preso a ramos à superfície, com plantas aquáticas e caules de caniços. Produz entre abril e setembro na Europa, em todos os meses do ano na África (com um pico durante a longa estação chuvosa) e de novembro a março na Austrália. A fêmea faz a postura de 3 a 5 ovos esbranquiçados, mas que mudam depois para uma cor esverdeada e acastanhada. 


Foto: wikipedia_Bengt Nyman


A incubação dura cerca de 28 dias e é feita alternadamente por ambos os progenitores. A eclosão dos filhotes não é síncronizada, mas geralmente com um intervalo de um dia. As crias abandonam o ninho quase logo após a eclosão dos ovos. Nas primeiras 2-10 semanas, as crias andam geralmente escondidas na parte de trás da plumagem dos progenitores.


Foto: wikipedia_Roland zh

Foto: wikipedia_Roland zh


Os jovens são bem distintos pois as suas cabeças são listradas preto e branco. Eles perdem estas marcas quando se tornam adultos. São auto-suficientes ao fim de 2 ou 3 meses.


Foto: wikipedia_Yerpo


A tendência geral da população de Mergulhões-de-crista é incerta, com algumas populações a diminuir, enquanto outras estão a aumentar. O seu número sofreu uma queda acentuada no século XIX , como resultado da caça para o comércio das plumas. Actualmente a modificação dos lagos para fins recreativos, o desenvolvimento hidrelétrico e a introdução de concorrentes (por exemplo, truta) e predadores (por exemplo, doninhas, gatos), constituem um risco para os mergulhões.


Foto: wikipedia_Lukasz Lukasik


Fontes e Fotos : Wikipédia; http://www.bicharada.net/; http://www.saudeanimal.com.br/mergulhao_de_crista.htm; http://www.azibo.org/; wall.alphacoders.com; www.wallsave.com; www.aktifmag.com; http://www.avesdeportugal.info/; http://www.birdlife.org; outros net


Foto: wikipedia_harlesjsharp


Devemos proteger, preservar e compreender a imensa importância que cada organismo têm, na complexa teia da Vida do nosso planeta.
 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Boca de leão (Antirrhinum majus - Snapdragons)


A Boca de leão deve o seu nome popular devido ao formato das suas flores que se assemelham a uma boca de felino.
É originária da Região do mediterrâneo. Tem o nome científico de Antirrhinum majus e pertence à família das Plantaginaceae.


Foto: www.gopixpic.com


Planta herbácea, de porte ereto, tem folhas lanceoladas delicadas e estreitas verde-escuras na página de cima e mais claro na inferior. Vive cerca de 2 anos.


Foto: www.gopixpic.com

Foto: www.1zoom.net


As suas flores surgem numa haste e existem numa enorme diversidade de cores, entre as quais está o amarelo, branco, rosa ou roxo, dependendo da variedade. 

Foto: www.1zoom.net
 
Foto: www.1zoom.net

Cultivo: 
Solo: Rico em matéria orgânica e bem drenado
Clima: Aprecia mais climas frios. Sol pleno
Regas: Regulares evitando molhar a parte superior da planta.
Multiplicação: Sementes

Pode ser utilizada em canteiros, bordaduras ou vasos.


Foto: wikipedia_Off riorob

Fontes e Fotos: Wikipedia; http://www.mundodeflores.com/; http://www.loja.jardicentro.pt/; http://en.wikipedia.org; 1mst.net; www.pinterest.com; www.treknature; www.flowerpictures.net;  www.flickr.com; imgkid.com; http://www.1zoom.net; http://flowers-kid.com; http://www.gopixpic.com; outros net.
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