22/10/2026
0 Patinhos de Belém (Lisboa)
15/10/2026
11 Folhas de Outono 🍂
Quando o outono chega, as árvores vestem-se de ouro, cobre e carmim. As folhas, antes verdes e cheias de vida, transformam-se num espetáculo de cor e leveza antes de se deixarem levar pelo vento. É o ciclo da natureza a recordar-nos que há beleza também nas despedidas.
Seguindo silenciosamente o ciclo da vida - Folhas do outono
Cada folha que cai conta uma história — de sol, de chuva, de tempo e de renascimento. Caem com delicadeza, cobrindo o chão como um manto de memórias, lembrando-nos que tudo o que vive um dia se transforma. O outono é, assim, uma lição silenciosa de mudança e aceitação, um convite à contemplação do que passa e do que permanece.
O som das folhas secas sob os pés, o perfume da terra molhada e a luz dourada dos dias curtos compõem uma melodia suave e nostálgica. O outono não é o fim, mas o prelúdio de um novo começo, uma pausa da natureza para respirar antes de florescer outra vez.
Entre o cair das folhas e o sopro do vento, o outono ensina que deixar ir é também uma forma de continuar.
08/10/2026
8 Jardim Zoológico de Bali
Um passeio que os meus netos adoraram fazer quando estivemos em Bali
Visita ao Zoo de Bali
O Bali Zoo, localizado em Singapadu, a cerca de 30 minutos de Ubud, é um dos destinos mais fascinantes para quem deseja conhecer a vida selvagem de forma próxima, educativa e em harmonia com a natureza.
Oferece uma experiência única de contacto com a vida selvagem. Com uma área de 8 hectares, o zoo alberga mais de 350 animais de 60 espécies diferentes, incluindo mamíferos, aves e répteis.
Rodeado por uma paisagem tropical exuberante, o Bali Zoo integra-se com o ambiente natural da ilha, promovendo um espaço de conservação e educação ambiental. Mais do que entreter, o Bali Zoo tem uma forte componente educativa. Informações sobre as espécies, programas de conservação e sensibilização ambiental são partilhados com os visitantes. O zoo também participa em iniciativas de proteção de espécies ameaçadas
Fotos: Pessoais
01/10/2026
4 🌴 Palmeira-das-Canárias – Phoenix canariensis
Com o seu tronco robusto e coberto por marcas em forma de losango, e uma coroa majestosa de folhas longas e arqueadas, ela é símbolo de beleza tropical, resistência e imponência natural, sendo amplamente cultivada em regiões de clima mediterrânico e subtropical, onde o sol e o calor são abundantes. Elas oferecem sombra e elegância a todos os locais onde se encontram.
Palmeira-das-Canárias – Phoenix canariensis
A Palmeira das Canárias é uma das palmeiras mais icónicas, tem como nome cientifico Phoenix canariensis e é também popularmente conhecida como Tamareira-das-Canárias ou Palmeira-Tamareira. É endémica das Ilhas Canárias, um arquipélago espanhol na costa do Noroeste de África.
Pertence à família Arecaceae e pode atingir entre 10 e 20 metros de altura, formando uma copa densa e arqueada, composta por longas folhas pinadas verde-brilhantes, que podem ultrapassar os 5 metros de comprimento. A textura e a simetria das suas folhas conferem-lhe um aspeto exótico e harmonioso. Os seus frutos são pequenas bagas ovais, de coloração alaranjada a acastanhada, semelhantes às tâmaras da sua parente próxima, a Phoenix dactylifera, mas de tamanho menor e não comestíveis. Cada fruto contém uma única semente dura, utilizada ocasionalmente na propagação da espécie.
🌿 Cultivo e cuidados
Adapta-se bem a solos bem drenados e locais ensolarados. Tolera períodos de seca moderada depois de bem estabelecida, embora aprecie regas regulares nos meses mais quentes. É uma planta rústica e resistente ao vento e à salinidade, o que a torna ideal para paisagismo em zonas costeiras.
A multiplicação faz-se geralmente por sementes, que germinam com relativa facilidade em condições de calor constante e em substrato húmido e quente. Requer pouco cuidado, mas deve-se evitar o excesso de humidade nas raízes e o ataque de pragas como o escaravelho-da-palmeira (Rhynchophorus ferrugineus), que afeta severamente esta espécie.
A poda é comum e geralmente limita-se à remoção das folhas secas e das que estão pendentes abaixo da horizontal, o que ajuda a manter a limpeza e o formato característico.
Adapta-se bem a solos bem drenados e locais ensolarados. Tolera períodos de seca moderada depois de bem estabelecida, embora aprecie regas regulares nos meses mais quentes. É uma planta rústica e resistente ao vento e à salinidade, o que a torna ideal para paisagismo em zonas costeiras.
A multiplicação faz-se geralmente por sementes, que germinam com relativa facilidade em condições de calor constante e em substrato húmido e quente. Requer pouco cuidado, mas deve-se evitar o excesso de humidade nas raízes e o ataque de pragas como o escaravelho-da-palmeira (Rhynchophorus ferrugineus), que afeta severamente esta espécie.
A poda é comum e geralmente limita-se à remoção das folhas secas e das que estão pendentes abaixo da horizontal, o que ajuda a manter a limpeza e o formato característico.
Amplamente usada em jardins públicos, parques e entradas de propriedades, a Phoenix canariensis confere um ar exótico e majestoso ao ambiente. Sozinha ou em grupo, destaca-se como elemento ornamental de grande porte, criando uma atmosfera de tranquilidade e imponência natural.
Fotos Pessoais daqui e dali
Subscrever:
Mensagens (Atom)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)



.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)