11/05/2024

6 Visita ao Jardim Botânico de Copenhaga (Botanisk Have)




Passeando e apreciando a beleza da natureza mesmo no coração da capital da Dinamarca


Jardim Botânico de Copenhaga





Com cerca de 10 hectares de extensão e localizado no centro da cidade, o Jardim Botânico de Copenhaga, é um impressionante espaço verde que combina beleza natural e importância científica. Fundado em 1600 como um jardim medicinal para cultivar plantas com propriedades curativas, o local passou por várias transformações ao longo dos séculos.






Uma das características notáveis do Jardim é a sua diversidade botânica, abrigando uma vasta coleção de plantas provenientes de diferentes partes do mundo. Este tesouro verde não apenas encanta os visitantes com paisagens deslumbrantes, mas também serve como um importante centro de pesquisa para a preservação da biodiversidade.









Entre os pontos de destaque, encontra-se a impressionante estufa, que abriga plantas tropicais e subtropicais, proporcionando uma experiência única no meio de uma exuberante flora exótica. Além disso, os jardins temáticos, cuidadosamente planeados, oferecem a oportunidade de explorar ambientes que variam de zonas alpinas a habitats costeiros.







O Jardim Botânico desempenha um papel crucial na educação ambiental, promovendo a conscientização sobre a importância da preservação da natureza, através de programas educativos, workshops e eventos que destacam a relevância da botânica.






Ao longo dos séculos, o Jardim Botânico de Copenhaga transformou-se não apenas num refúgio tranquilo no coração da cidade, mas também num farol de conhecimento botânico e ambiental. A sua rica história e o compromisso com a sustentabilidade fazem dele um destino imperdível para os amantes da natureza e estudiosos de botânica de todo o mundo.






Fotos: Pessoais

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04/05/2024

14 Pato-Real (Mallard)




Admirando e conhecendo um pouco sobre o ...


Pato-Real (Mallard)






O Pato-real (Mallard em inglês), também conhecido por marreco-selvagem, habita áreas temperadas e subtropicais da América do Norte, Europa e Ásia. Sendo uma espécie migratória, frequenta também as regiões da América Central e Caraíbas e foi introduzido em várias regiões, desde a Austrália e Nova Zelândia até países da América do Sul.




É possível encontrá-la numa multitude de habitats aquáticos de água doce ou salgada, incluindo parques, pequenas lagoas, rios, lagos e estuários, bem como em pequenas enseadas e em zonas de mar aberto que estejam a uma distância visível da costa.





A espécie tem forte dimorfismo sexual, tendo os machos uma cabeça de cor verde iridescente e asas e barriga cinzenta, enquanto que as fêmeas têm uma plumagem castanha salpicada.


Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Espécie: Anas platyrhynchos


É um pato de porte médio, mede de 50 a 65 cm de comprimento, sendo que a sua cabeça contribui para um terço desse valor, possui uma envergadura no intervalo de 81 a 98 cm.




O pato-real macho adulto é inconfundível, possuindo uma cabeça cor verde-garrafa e um colarinho branco que separa sua cabeça de seu peitoral marrom arroxeado, suas asas cinzas amarronzadas e seu abdômen cinza pálido. As costas do macho são pretas, com as penas de sua cauda sendo escuras com bordas brancas. O bico do macho possui uma cor amarela alaranjada com toques pretos.




A fêmea possui uma aparência salpicada, com as penas possuindo contrastes considerável entre tons de marrom e acastanhados.




Espécie omnívora, a sua dieta alimentar é vasta podendo incluir: plantas aquáticas, cereais, leguminosas, insectos, moluscos, peixes, etc.




É um animal gregário, vivendo em bandos. O ninho é feito pela fêmea, a postura pode ser de 9 a 13 ovos e a incubação dura cerca de 27 a 28 dias. Após o acasalamento, os machos abandonam as fêmeas e formam bandos pequenos de machos.





Texto explicativo: Wikipédia
Fotos: Pessoais


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27/04/2024

10 Giestas-amarelas (Cytisus striatus)




No inicio de Maio encontrei-as na Praia da Rocha

Giestas-amarelas (Cytisus striatus)





Giesta é a designação vulgar de várias espécies botânicas arbustivas pertencentes à tribo Genisteae, sobretudo dos géneros Spartium, Genista e Cytisus. Em Portugal existem, pelo menos, seis espécies do género Cytisus, as mais comuns são Cytisus striatus.

Numa ida ao Algarve encontrei a giesta-amarela que mostro nestas fotos, embora não tivesse ainda uma grande floração, o intenso amarelo das suas flores encantaram o meu olhar. Pertencente à família das Fabáceas, sendo do genero Cytisus striatus. É conhecida também pelos nomes comuns: giesteira, giesta-das-serras, giesteira-das-serras, giesta-negral e maios.





É uma planta arbustiva que pode medir entre 1 a 3 metros de altura, contando com ramos abundantes, estriados e flexíveis e flores amarelas. As folhas são caducas, constituídas por três folíolos que aparecem na base dos ramos e caiem rapidamente. As flores são pequenas, apesar da sua inflorescência ser abundante. Costumam ser solitárias, raramente aparecendo aos pares e ainda mais raramente em trios. Figuram nas axilas das folhas, onde formam cachos folhosos. Aparecem entre Abril e Junho.

O fruto é uma vagem, de formato que varia entre o oblongo-ovado e o elíptico, completamente coberta de pelos acinzentados e arredondada, com até 3,5 cm de comprimento.




É uma espécie autóctone da Península Ibérica e do Noroeste de Marrocos, tendo sido introduzida na Europa Ocidental e na América do Norte. Em Portugal Continental, encontra-se presente, em quase todo o país.





Necessita de luz solar directa e prefere solos com substractos ácidos, arenosos, graníticos, xistosos ou quartzíticos. Cresce em moitas e encontra-se em bermas de caminhos, escarpas, matos e terrenos incultos.

No passado, as suas folhas eram utilizadas para fazer vassouras, lembro-me de as ver na casa do meu avó.




Texto explicativo: Wikipédia; https://www.wilder.pt/
Fotos: Pessoais

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18/04/2024

11 Orquídea-piramidal (Anacamptis pyramidalis)




Encontrei-a nas minhas caminhadas


Orquídea-piramidal





Este linda orquídea selvagem, pertencente ao género Anacamptis da família Orchidaceae (orquídeas) e tem como nome científico Anacamptis pyramidalis. É também conhecida pelo nome comum de Satirião-menor.

É originária da Europa, Oeste da Ásia e Norte de África. Em Portugal Continental cresce principalmente na zona ocidental do país, da Beira litoral ao Algarve (onde descobri estas).




Planta herbácia perene, atinge em média 10 a 25 cm de altura, com um máximo de 60 cm. O caule é erecto e não ramificado. As folhas basais são linear-lanceoladas, com nervuras paralelas, de até 25 cm de comprimento. As folhas caulinares são mais pequenas e menos visíveis. As suas inflorescências têm forma piramidal, as flores são perfumadas de cor purpúra ou rosa, raramente brancas, dispostas em espinha densa com 30 a 80 flores. Possuem seis tépalas, sendo três pequenas sépalas e três pétalas. Duas pequenas pétalas estão inseridas lateralmente, enquanto que a terceira e labelo inferior é largo e bilobado.

Gosta de locais ensolarados e prefere solos calcários e secos. Pode ser encontrada em prados, encostas secas e expostas, em clareiras de matos, terrenos incultos e pastagens.




Nunca tinha visto estas lindas plantas silvestres, fiquei muito feliz quando ao dar um passeio pelas arribas da Praia da Rocha as encontrei numa clareira no meio do mato.


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