quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Orquídea macaco da Amazónia


A natureza nunca pára de surpreender-nos.


Foto: Flickr_Quimbaya


Originárias da região sudeste do Equador, as orquídeas “macaco” vivem nas florestas peruanas a uma altitude de 1.000 a 2.000 metros, sendo por isso uma espécie pouco conhecida.


Foto: Columbus GV Equipe


Pertencem a uma família de orquídeas com mais de 120 espécies, a maioria do Equador. As suas flores possuem a mais magnífica variedade de cores e combinações, que vão desde as mais minúsculas que só se vêm com uma lupa até àquelas que têm cerca de 20 centímetros de diâmetro. São plantas epífitas que preferem as áreas nebulosas das montanhas onde raramente estão expostas a luz solar direta e onde a humidade é elevadíssima.

Foto: Flickr_Eric Hunt


A orquídea Dracula Símia popularmente conhecida como “cara de macaco”, foi descoberta em 1978 pelo naturalista por Carlyle August Luer.


Foto: Flickr_Jose X


A planta possui semelhanças com o rosto de um macaco, apresentando semelhanças similares aos olhos, nariz, boca e juba de macaco. O Drácula do seu nome refere-se à estranha característica dos dois esporões longos das sépalas, que lembram as presas do conde drácula.

Foto: Imgur


O aroma desta singular flor assemelha-se ao de uma laranja madura e, embora seja difícil de cultivar nas montanhas, pode florescer em qualquer momento de forma selvagem, já que não depende de nenhuma estação em particular.
São plantas que precisam de humidade constante nas raízes, temperatura sempre inferior a 25 graus e baixa luminosidade, o seu cultivo é pois mais indicado para locais frios. Um dia de calor excessivo faz com que todos os botões e flores murchem imediatamente.

Fontes e Fotos: Email recebido; http://www.jardiland.pt/; http://www.lakshimi.apdma.com/; orchids.wikia.com; http://www.botanicalgarden.ubc.ca/; outros


Foto: Email recebido

"A natureza não faz nada em vão." Aristóteles ) 
 
 

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