11/12/2017

0 Buganvília



Buganvília  -  A Flor-de-papel


As buganvílias são plantas exuberantes cujas encantadoras flores dão um colorido especial a qualquer local onde se encontrem.


Foto: Pessoal


Nativa da América do Sul, a Buganvília (Bougainvilleas) é uma vigorosa trepadeira, com vários nomes populares, consoante as diferentes regiões onde está presente. Assim pode ser chamada de primavera, três-marias, sempre-lustrosa, santa-rita, ceboleiro, roseiro, roseta, riso, pataguinha, pau-de-roseira e flor-de-papel.


Foto: Pessoal


São plantas ornamentais populares em quase todo o mundo, especialmente nos climas quentes da América do Norte e do Sul, na Europa e no sudoeste asiático.


 Foto: Pessoal


As Buganvílias são um género botânico da família Nyctaginaceae. Actualmente muitas são o resultado de cruzamentos entre apenas três das dezoito espécies sul-americanas reconhecidas pelos botânicos. Existem mais de 300 variedades de buganvílias em todo o mundo.

São plantas espinhosas e perenes, que no Inverno perdem as suas folhas, mantendo-se em descanso. Crescem de 1 a 12 metros de altura. 


Foto: Pessoal


As flores são de cores variadas que vão desde o roxo, laranja, branco, amarelo, salmão, vermelho e por outras tonalidades mais raras. 


Foto:Pessoal


A taxa de crescimento Buganvília varia de lento para rápido, dependendo da variedade. Eles tendem a florescer durante todo o ano nas regiões equatoriais. Em outros lugares, eles são sazonais, com ciclos de floração geralmente de quatro a seis semanas.


Solo: Embora tolerem condições por vezes adversas, as buganvílias crescem melhor em solo fértil, organicamente rico e bem drenado.

Regas: Necessita de regas regulares e moderadas na primavera e verão, de 3 em e dias e apenas regar no inverno quando o solo se apresentar seco.
Luz: Para florir as buganvílias necessitam de ter pelo menos 4 a 6 horas diárias de sol.

Multiplicação ou Propagação : por estacas ou semente.

Poda: Pode ser feita uma poda de formação e uma poda anual após a floração com a remoção de flores velhas e de parte da folhagem para estimular a floração do ano seguinte, já que as flores da buganvília surgem nos ramos crescidos no ano anterior. A poda de formação deve ser feita no fim do inverno, no período de descanso vegetativo.


Foto: Pessoal


A poda pode transformar a buganvília, numa trepadeira, árvore ou arbusto. Se podar os brotos laterais, que crescem junto ao caule principal estará formando uma árvore. Ao contrário, se podar o seu caule principal, numa altura desejada para que ela produza mais brotos laterais, terá um arbusto, mais cheio e arredondado.


Foto: Pessoal


As buganvília podem também ser transformadas em belissimos bonsais.

São plantas extremamente versáteis, podendo ter assim diferentes efeitos paisagisticos.

Podem ser utilizadas em pergolas ...


Foto: Pessoal


Ficam lindas a revestir muros e paredes...


Foto: Pessoal


Fazem sombra e encantam o olhar como árvores.

Simples, belas e cheias de encanto, assim são as buganvílias.

Fotos: Pessoais

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09/12/2017

0 Urso Pardo


A história da Vida na Terra é uma história de extinções, estas extinções naturais ocorrem, no entanto, ao longo de períodos relativamente longos, permitindo a evolução de novas formas de vida. Muitos animais evoluíram e depois extinguiram-se e o seu lugar na natureza é então ocupado por outro grupo de animais. Isto não é o que acontece na actualidade, com a ajuda do Homem!


Penso que é importante ir sempre “passando” a mensagem da importância de preservarmos a Natureza, a vida selvagem, o ambiente, “O nosso magnifico Planeta”.

Hoje: Urso Pardo




Nome Científico: Ursus arctos
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae


Distribuição e Habitat :
Encontram-se na Europa (cordilheira Cantábrica, Pirenéus, Escandinávia, Alpes e Cárpatos), na América do Norte e na Rússia. Vivem em florestas de coníferas, em regiões montanhosas e na tundra.



 
Identificação:
Têm o corpo pesado e robusto, cauda curta e patas fortes com cinco garras não retrácteis, que podem atingir os 10 cm nas patas anteriores e são utilizadas para escavar o solo em busca de alimento ou de abrigo, para pescar, para trepar e para defesa. A cabeça é larga com orelhas curtas e arredondadas e o focinho é comprido.




As dimensões e peso destes animais dependem da localização geográfica, da altura do ano, da disponibilidade alimentar, do sexo e da idade, mas os animais maiores tendem a ser encontrados a norte da área de distribuição da espécie. No Outono, atingem o peso máximo devido às reservas de gordura acumuladas (os machos podem chegar a pesar 780 kg). As fêmeas são bastante mais pequenas e leves que os machos. A pelagem é normalmente castanho-escura, embora existam variações entre os tons castanho-claro e negro. É mais densa no Outono e mais leve no início do Verão. Os juvenis apresentam, normalmente, uma banda amarelada em torno do pescoço.



Hábitos:
São animais solitários, embora se possam reunir de forma relativamente pacífica em locais onde o alimento seja abundante, como acontece durante a época da desova do salmão, no Santuário de caça do rio MacNeil, no Alasca.




Os territórios dos machos sobrepõem-se aos de várias fêmeas (que são mais pequenos) e de outros machos. As marcações de território são conseguidas por meio de raspagens na casca das árvores, nas quais esfregam as costas, deixando pêlos e odores. Recolhem-se durante o Inverno numa cavidade subterrânea forrada com vegetação seca ficando num estado letárgico. Este está relacionado com a escassez de alimento nesta altura do ano, uma vez que é necessária bastante energia para manter a temperatura do corpo elevada. Assim, a temperatura do corpo, a velocidade dos batimentos cardíacos e a taxa metabólica são reduzidas de forma a poupar energia, sendo a sobrevivência garantida apenas a partir das reservas de gordura acumuladas no Verão e no Outono; e embora percam muito peso à medida que vão utilizando estas reservas, a sua massa proteica permanece geralmente constante ou vai diminuindo apenas gradualmente, o que é um factor essencial para a sua boa condição vital.




Alimentação:
São principalmente vegetarianos, mas a sua dieta é omnívora e muito diversificada. Exibem uma grande perícia na manipulação de objectos quando procuram alimento. Alimentam-se de herbáceas, frutos, raízes, sementes, insectos, mel, peixe (truta, salmão), ovos e juvenis de aves, roedores, veados, renas, alces e gado doméstico.




Reprodução:
Na época de reprodução, entre Maio e Julho, há lutas entre os machos e formam-se casais por curtos períodos de tempo. A gestação dura sete a oito meses e de Janeiro a Março, nascem dentro da toca uma a três crias (normalmente duas crias gémeas), com os olhos fechados, sem pêlo e com 10% do peso que seria de prever pelo tamanho da fêmea, ou seja 400 a 500 g.




O curto período de gestação está relacionado com o risco para a sobrevivência da mãe e das crias que está associado ao grande dispêndio de energia com a gestação e o início do aleitamento, num período em que a fêmea subsiste apenas à custa das reservas de gordura que acumulou e também com a vantagem de os nascimentos ocorrerem um pouco antes do início da Primavera, na qual o alimento é mais abundante. Os juvenis são desmamados com cerca de um ano e meio e permanecem com a mãe até aos três a quatro anos de idade, aprendendo com ela as técnicas necessárias à sua sobrevivência futura como adultos solitários, pelo que as ninhadas têm três anos ou mais de intervalo. Os ursos-pardos atingem a maturidade sexual entre os quatro anos e meio e os sete anos. No entanto, os machos só atingem o tamanho necessário para se tornarem reprodutores aos oito a 10 anos de idade. A sua longevidade no habitat natural é de 20 a 25 anos.




Principais ameaças:
A espécie não está globalmente ameaçada (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza), mas a sua área de distribuição actual é muito restrita e apenas uma fracção da original. Apesar das suas excelentes características adaptativas, tais como a versatilidade da dieta, a curiosidade e a rápida aprendizagem, a normalmente baixa densidade populacional, associada à grande dimensão do território de que necessitam e a lenta maturação sexual (principalmente no caso dos machos) são factores que dificultam a recuperação das populações. A perda de habitat é um factor muito importante de ameaça à espécie, pois os ursos-pardos requerem muito espaço de forma a manter a variabilidade genética e evitar a consanguinidade. A maioria das reservas não é suficientemente grande e estes animais são difíceis de reintroduzir, por falta da necessária experiência de sobrevivência das fêmeas e das crias.

Fontes e Fotos: Wikipedia; National Geographic; Portlasaofrancisco; treknature; Enciclopédia a Vida Animal; outros



“A Terra provê o suficiente para as necessidades de todos os homens, mas não para a voracidade de todos.” (Mahatma Gandi) .
 
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08/12/2017

0 Flamingos




Das minhas visitas ao Jardim Zoológico de Lisboa, deixo hoje mais uma ave linda, exótica e elegante:

o Flamingo



Ordem: Phoenicopteriformes
Família: Phoenicopteridae


Vivem junto a zonas aquáticas, nas margens de lagoas, salinas, rios e de estuários. As águas podem ser doce, salgada e até alcalina. Algumas espécies conseguem habitar zonas de salinidade extrema, como os lagos africanos do Vale do Rift. 






São aves pernaltas, de bico encurvado, cuja altura pode ir até 150 cm. A sua plumagem pode ser bastante colorida em tons de rosa vivo. Os jovens têm inicialmente plumagem castanho-acinzentado, posteriormente passa a branca e finalmente rosa.





São animais que se alimentam de insectos, algas, moluscos, e pequenos crustáceos através da filtração da água.






Os flamingos vivem em bandos numerosos, sendo uma espécie monogâmica que acasala com o mesmo indivíduo para toda a vida.




Texto informativo: wikipedia; Jardim Zoológico de Lisboa,
Fotos : Pessoais


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01/12/2017

0 🌼Flor de Maracujá - Flor-da-paixão




A exuberante Flor-da-paixão ou Passiflora é originária da América do Sul, sendo também conhecida entre outros nomes comuns por martírios, maracujá-azul e passiflora.





Tem como nome cientifico Passiflora caerulea e pertence à família Passifloraceae.





São trepadeiras lenhosas com um ciclo de vida perene e de crescimento rápido, sendo conhecidas principalmente pelo seu fruto, o maracujá.






As suas flores tem uma estrutura única, que requer uma abelha de grande porte para ser efetivamente polinizada.







Não sendo uma planta muito exigente, gosta de sol pleno e solos devem ser bem drenados, pois são muito sensíveis à podridão da raiz.





Estas lindas trepadeiras ornamentais são muito utilizadas na cobertura de muros e sebes.






Texto explicativo: Wikipedia
Fotos: Pessoais
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